Site para corretor de seguros — o que ele precisa ter para gerar cotação

Publicado em 29 de setembro de 2026   site para corretor de seguroscotaçãoguia · Por

A resposta curta: um site de corretor gera cotação quando responde, em uma tela, as três perguntas que o cliente faz antes de chamar — "você vende o seguro que eu preciso?", "posso confiar em você?" e "como eu peço a cotação agora?". Tudo o que não ajuda nessas três perguntas é decoração.

O que o cliente pergunta O que o site precisa mostrar
Você vende o seguro que eu preciso?Uma página para cada seguro, com o nome que o cliente busca ("seguro auto", "plano de saúde")
Posso confiar em você?Registro na SUSEP, CNPJ, avaliações do Google, rosto de quem atende
Como eu peço a cotação?Um formulário curto com as perguntas daquele ramo e um botão para o WhatsApp

Uma página por seguro, não uma lista

A maior parte dos sites de corretora tem uma página "Produtos" com uma lista de nomes: auto, vida, residencial, saúde. Para o Google, isso é uma página só, sobre tudo — e uma página sobre tudo não aparece para ninguém.

Quando cada seguro tem a sua página, com um texto próprio, as coberturas usuais e as perguntas frequentes daquele ramo, cada uma pode aparecer para a busca certa: "seguro residencial para apartamento alugado" encontra a página de residencial, não a página inicial. É também a página que um assistente de IA consegue citar, porque ali está uma resposta, não um menu.

O que colocar em cada página:

O que não colocar: preço inventado. "A partir de R$ 49" sem que isso seja verdade para a maioria dos clientes vira reclamação na primeira cotação. Se não houver valor honesto, "sob cotação" é a resposta certa.

Perguntas certas por ramo

Um formulário que pede só nome, e-mail e mensagem gera um pedido que você precisa responder com mais perguntas. Cada ida e volta é uma chance de o cliente cotar com outro.

O formulário bom pergunta o que você perguntaria no primeiro contato:

Quatro ou cinco perguntas, nenhuma que o cliente não saiba responder de cabeça. Com isso a sua primeira resposta já pode ser uma cotação.

A SUSEP à vista

O registro na SUSEP é o que diferencia um corretor de um vendedor de seguros qualquer, e o cliente pode conferir o registro na consulta pública da própria SUSEP. Coloque o número no rodapé de todas as páginas, no cartão de visita e na assinatura dos posts. Não é detalhe burocrático: é a prova mais barata de confiança que você tem.

Junto dele, o CNPJ da corretora (quando houver) e uma página de política de privacidade. Um formulário que recebe idade, renda e CPF sem dizer o que é feito com esses dados é um formulário que o cliente cuidadoso não preenche.

Avaliações reais, nunca inventadas

As avaliações do seu perfil no Google são o argumento mais forte que o site pode ter, porque não foi você quem escreveu. Mostre a nota, as avaliações mais recentes e o mapa.

O contrário também vale: depoimento inventado é o jeito mais rápido de perder um cliente que desconfia, e um corretor vive de confiança. Se você ainda não tem avaliações, a seção não deve aparecer — e o site deve pedir, com um link direto, para quem já é cliente avaliar.

O caminho até o WhatsApp

O corretor brasileiro fecha negócio no WhatsApp, e o site não precisa brigar com isso. O que ele precisa é fazer a conversa começar melhor: depois que o cliente envia a cotação, um botão abre o seu WhatsApp com as respostas dele já na mensagem. Você não pergunta de novo o que ele acabou de responder, e o pedido fica registrado no seu funil mesmo que ele não clique.

Checklist rápido

O CorretorPages publica o site da sua corretora por R$ 29,90/mês, com uma página por seguro, cotação pelo WhatsApp, cartão digital e posts para redes. Os 7 primeiros dias não são cobrados, e dá para ver o site pronto antes de pagar.

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